Em resumo, o comitê de estudo não conseguiu fazer uma avaliação direta do ritmo das atividades, em grande parte porque o ONC não havia estabelecido um conjunto claro e completo de marcos que permitissem essa avaliação. O relatório observa que alguns observadores acreditam que o processo (da seleção de casos de uso à aceitação dos padrões) está avançando muito lentamente, enquanto outros acreditam que está avançando muito rapidamente. Essas opiniões refletem diferentes percepções sobre os processos de padronização como um todo, bem como preocupações sobre se um ritmo uniforme é apropriado para todas as atividades.
O relatório recomenda ao chefe do ONC que desenvolva um plano estratégico — conforme exigido pela Ordem Executiva que criou o órgão — fornecendo um roteiro com objetivos, marcos e métricas específicos para a agenda nacional de tecnologia da informação em saúde. O ONC também deve esclarecer como alcançará seus objetivos, concentrando-se especificamente nos processos de tomada de decisão do programa, gerenciamento do fluxo de trabalho, coordenação de esforços dentro do programa e com outros grupos, e obtenção e incorporação de feedback às operações do programa.
Essas medidas podem ajudar a capitalizar o potencial que a tecnologia da informação representa para a melhoria da saúde da nação. Numa altura em que a atenção se volta para a reforma da saúde e o futuro dos cuidados de cuidados com a saúde, muitos consideram a promessa da “medicina integrativa”. A medicina integrativa pode ser descrita como a orientação do processo de cuidados de cuidados com a saúde para envolver pacientes e cuidadores em toda a gama de fatores físicos, psicológicos, sociais, preventivos e terapêuticos reconhecidos como eficazes e necessários para a obtenção de uma saúde ótima.